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Destaques - Leitura indispensável

  • Estou cansado!
    Um desabafo com o Pr. Ricardo Gondim
  • O posicionamento da IURD
    Minha resposta à posição de Edir Macedo
    sobre o aborto
  • O entristecer e o extinguir o Espírito Santo de Deus
    Uma ótima mensagem de Takayoshi Katagiri
  • A mulher samaritana, Coca-Cola e Jesus
    Uma excelente reflexão com o Pr. Ricardo Gondim
    sobre tratar o Evangelho de Cristo como um produto e propaganda de marketing
  • Quando o sacrifício de Jesus não vale nada!
    Uma ótima reflexão com o Pr. Luiz Carlos Alves
    sobre a fé e superstições
  • Morra, para que outros possam viver
    Uma excelente reflexão sobre o tipo de evangelho que
    tem sido pregado hoje, com Juliano Son do Ministério Livres para Adorar

Obrigado pela sua visita! E não deixem de comentar os artigos!!!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Ciência: filha de um movimento religioso

Por: Gustavo Veríssimo
Título original: A ciência é filha legítima de um grande movimento religioso


No contexto atual, poucos cientistas entendem ou aceitam tal estrutura cristã para aquilo que fazem. O fato é que, no início, a pesquisa científica encontrou seu propósito e significado fora de si mesma, na teologia cristã.

Analisando a história, percebe-se que as grandes civilizações como os gregos, os hindus, os árabes e os chineses desenvolveram conhecimentos e técnicas consideráveis mais ou menos ao mesmo tempo. Dominavam a astronomia, as navegações, construíam edifícios, catapultas, armas, etc. No entanto, nenhum desses povos foi capaz de desenvolver a ciência como um movimento progressivo, como aconteceu na Europa Cristã no final da Idade Média.

O conhecimento do mundo e as técnicas em posse de outras culturas não eram suficientes em si para manter em andamento a ciência como a conhecemos. O que faltava a esses povos era a estrutura certa que pudesse propiciar a confiança e a motivação necessárias para que o estudo científico florescesse...

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Adoradores ou consumidores?



Por: Augustus Nicodemus Lopes
Título original: Adoradores ou consumidores? O outro lado da herança de Charles Finney.


A palavra "evangélicos" tem se tornado tão inclusiva que corre o perigo de se tornar totalmente vazia de significado — R. C. Sproul
Em certa ocasião o Senhor Jesus teve de fazer uma escolha entre ter 5 mil pessoas que o seguiam por causa dos benefícios que poderiam obter dele, ou ter doze seguidores leais, que o seguiam pelo motivo certo (e mesmo assim, um deles o traiu). Em outras palavras, uma decisão entre muitos consumidores e poucos fiéis discípulos. Refiro-me ao evento da multiplicação dos pães narrado em João 6. Lemos que a multidão, extasiada com o milagre, quis proclamar Jesus como rei, mas ele recusou-se (João 6.15). No dia seguinte, Jesus também se recusa a fazer mais milagres diante da multidão pois percebe que o estão seguindo por causa dos pães que comeram (6.26,30). Sua palavra acerca do pão da vida afugenta quase que todos da multidão (6.60,66), à exceção dos doze discípulos, que afirmam segui-lo por saber que ele é o Salvador, o que tem as palavras de vida eterna (6.67-69).

O Senhor Jesus poderia...

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Quando a dor nos sufoca

Por: Silas Alves Figueira

“Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” (Mt 26.38,39)

As horas que antecederam a crucificação foram horas de grande angústia para Jesus. Na noite em que Ele foi traído, após a ceia, Jesus se retirou com os discípulos para o jardim chamado Gêtsemani. Ali, Jesus disse para os seus discípulos que Sua alma estava triste até a morte e que eles velassem com Ele naquele momento. Era tamanha a Sua tristeza que Ele pede ao Pai que se fosse possível o livrasse daquele cálice que estava por beber. Por três vezes Jesus fez essa oração para que o Senhor o livrasse da morte, mas ao mesmo tempo em que o Senhor pede para que o Pai o livrasse da morte, o Senhor Jesus diz que não era para ser feita a Sua vontade, mas a do Pai.

O cálice que Jesus estava por tomar não era o sofrimento físico, mas o sofrimento espiritual, pois, na cruz Ele iria sofrer o abandono do Pai e vivenciar o inferno...

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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Legal ou ilegal, o aborto causa traumas

Em entrevista ao Portal Guiame, a psicóloga cristã falou sobre traumas e outras consequências que o aborto pode trazer à mulher.


Fonte: Guiame


O aborto não é a única saída. Esta é a opinião central da psicóloga cristã, Marisa Lobo a respeito deste assunto que há tempos vem causando polêmica na mídia e na sociedade, de forma geral.

Em entrevista exclusiva ao Portal Guiame, a profissional - que também ministra palestras sobre sexualidade de um ponto de vista cristão para mulheres - falou sobre traumas e outras consequências que o aborto pode trazer à mulher e exemplos de mulheres que optaram por não abortar asseguram que esta foi a melhor saída.

Confira a entrevista na íntegra, logo abaixo:

Portal Guiame: Recentemente a mídia levantou novamente uma discussão sobre o aborto no Brasil. Esta prática executada com uma "boa estrutura" - como argumentam os que são a favor do direito de abortar - poderia de alguma forma, atenuar os traumas causados na mulher? Por quê?

Marisa Lobo: Não acredito que atenua traumas na esfera psicológica

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