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Destaques - Leitura indispensável

  • Estou cansado!
    Um desabafo com o Pr. Ricardo Gondim
  • O posicionamento da IURD
    Minha resposta à posição de Edir Macedo
    sobre o aborto
  • O entristecer e o extinguir o Espírito Santo de Deus
    Uma ótima mensagem de Takayoshi Katagiri
  • A mulher samaritana, Coca-Cola e Jesus
    Uma excelente reflexão com o Pr. Ricardo Gondim
    sobre tratar o Evangelho de Cristo como um produto e propaganda de marketing
  • Quando o sacrifício de Jesus não vale nada!
    Uma ótima reflexão com o Pr. Luiz Carlos Alves
    sobre a fé e superstições
  • Morra, para que outros possam viver
    Uma excelente reflexão sobre o tipo de evangelho que
    tem sido pregado hoje, com Juliano Son do Ministério Livres para Adorar

Obrigado pela sua visita! E não deixem de comentar os artigos!!!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Pérolas do futebol

"Clássico é clássico e vice-versa..."
(Jardel, ex-atacante do Grêmio e da Seleção Brasileira)

"O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta: deu um passo à frente."
(João Pinto, jogador do Futebol Clube do Porto, de Portugal)

"No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente, de quinze em quinze dias..."
(Ferreira, ex-ponta-esquerda do Santos)...

"Se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminava empatado."
(Neném Prancha, ex-roupeiro do Botafogo e filósofo da bola)

"Fiz que fui, não fui, e acabei fondo!"
(Nunes, ex-atacante do Flamengo)

"Não venham com problemática que eu tenho a solucionática."
(Dadá Maravilha)

"Não foi nada de especial, chutei com o pé que estava mais a mão!"
(João Pinto, jogador do Futebol Clube do Porto, de Portugal)

"Chegarei de surpresa, dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG..."
(Mengalvio, ex-meia do Santos, em telegrama mandado a família quando em excursão à Europa)

"Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático."
(Vicente Matheus, eterno presidente do Corínthians)

"Jogador é o Didi, que joga como quem chupa laranja ..."
(Neném Prancha, ex-roupeiro do Botafogo e filósofo da bola)

"O Sócrates é invendável e imprestável."
(Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians)

"Bom, eu não achei nada, mas o meu companheiro ali achou uma correntinha; acho que é de ouro, dá pra ele vender!"
(Josimar, ex-lateral direito do Botafogo, ao ser perguntado o que ele achou do jogo)

"Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu ..."
(Claudiomiro, ex-meia do Internacional-RS ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu pelo Brasileirão de 72)

"Não sei, chutei, a bola foi indo, indo.... e iu!"
(Nunes, ex-atacante do Flamengo ao descrever um gol que tinha feito)

"Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe."
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

"Campeonatinho mixuruco, nem tem segundo turno!"
(Garrincha, durante a comemoração da conquista da Copa do Mundo em 58)

"Realmente minha cidade é muito facultativa."
(Elivelton, ao repórter da Jovem Pam que falava das muitas escolas de ensino superior existentes na cidade natal do jogador)

"Se concentração ganhasse jogo, o time do presídio não perdia uma partida."
(Neném Prancha, ex-roupeiro do Botafogo e filósofo da bola)

"A moto eu vou vender, e o rádio eu vou dar pra minha tia."
(Josimar, ex-lateral direito do Botafogo ao responder a um repórter o que iria fazer com o Motoradio que ganhou como melhor jogador da partida)

"Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana ..."
(Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)

"Só existem três coisas que param no ar: Beija-Flor, Helicóptero e Dadá."
(Dadá Maravilha)

"Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão."
(Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians)

"Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado!"
(Jardel, jogador de futebol, referindo-se aos Toyotas e Mitsubish's)

"Jogar a bola pra cima, enquanto ela estiver no alto não há perigo de gol."
(Neném Prancha, ex-roupeiro do Botafogo e filósofo da bola)

"Eu disconcordo com o que você disse."
(Vladimir, ex-meia do Corínthians em uma entrevista para a Rádio Record)

"Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola."
(Bradock, amigo de Romário reclamando de um passe longo)

"A partir de agora meu coração tem uma cor só: rubro-negro."
(Fabão, zagueiro baiano ao chegar para o Flamengo)

"Você viu, Didi, o São Cristóvão está de uniforme novo!"
(Garrincha, em 62, no Chile, reparando no uniforme dos ingleses)

"O maior general da França é o general Eletric."
(Vicente Matheus, ao responder uma pergunta dos franceses que queriam comprar Sócrates)

"Se entra na chuva para se queimar."
(Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians)

"Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar."
(Zanata, ex-lateral do Fluminense)

"É que na querência de ganhar o jogo, acabam acontecendo coisas desse tipo."
(Romário, no jogo Flamengo 4 x 1 Americano, do dia 19/02/97, quando perguntado sobre sua discussão com Junior Baiano, nesse jogo)

"Comigo ou sem migo o Corinthians será campeão."
(Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians)

"Técnico bom é aquele que não atrapalha."
(Romário)

"E aí, King, tudo bem?"
(Mário Trigo, médico brasileiro em 58, após abraçar efusivamente o rei Gustavo da Suécia que entregava a taça aos brasileiros)

"O pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube."
(Neném Prancha, ex-roupeiro do Botafogo e filósofo da bola)

"Não tem outra, temos que jogar com essa mesma."
(Reinaldo, do Atlético, ao responder a pergunta do repórter se ele ia jogar com aquela chuva)

"O futebol é uma faca de dois legumes."
(Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians)

"Está sendo massageado o seu membro em pé."
(O locutor interno, reportando sobre o atendimento na lateral do gramado prestado pelo massagista ao jogador que se mantinha em pé, e que se machucara violentamente na coxa)

"A falha individual é do coletivo."
(Wanderley Luxemburgo, explicando a derrota do Brasil contra o México, na final da Copa das Confederações 99)

"Fiz o gol com a minha cabeça e a mão de Deus."
(Maradona, sobre o gol na Copa de 1986 contra a Inglaterra)

"O difícil, vocês sabem, não é fácil ..."
(Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians)

"Fomos e voltemos. Não ganhemos nem perdemos, empatemos."
(Buiú, do Bahia)

"Depois da derrota, o pior resultado é o empate."
(Galvão Bueno)

"As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe."
(Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)

"Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja."
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

"O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom."
(Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)

"A partir de agora o meu coração só tem uma cor: rubro-negro."
(Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)

"Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol."
(Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)

"Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar."
(Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)

"O professor Lopes privatiza as jogadas pelo lado esquerdo do time."
(Felipe, lateral, ao comentar que o esquema do treinador Antônio Lopes)

"Sou o mafioso mais honesto do Paraná."
(Hélio Alves, ex-Supervisor do Atlético-PR, justificando seu envolvimento com a Máfia da Loteria Esportiva/1982)

"O Ronaldinho é o melhor do mundo, mas não é nada sobrenatural."
(Felipão)

"O Goleiro é uma posição tão amaldiçoada que onde ele pisa nem nasce grama."
(Neném Prancha)

"O que aconteceu aqui hoje é caso de Polícia Federal, de FMI"
(Dimba, atacante do Brasiliense sobre a atuação do juiz na derrota do time para o Fluminense)

"Não existe gol feio. Feio é não fazer gol!"
(Dadá Maravilha)

"Não tive nada com essa manicure, mas se tiver que pagar alguma coisa aí eu pago ..."
(Luxa)

"Eu não quero toquinho pro lado não, vocês vão chutar essa bola na casa do (@Rª!#*!"
(técnico Djalma Cavalcanti, mandando os jogadores segurarem o resultado)

"Eu acho que eu acho que ..."
(Beto cachaça)

"Pelé calado é um poeta. Tinha era que colocar um sapato na boca."
(Romário)

"Somos todos operários!"
(Renato Gaúcho, referindo-se ao elenco humilde do Flu, com um salário de mais de 100 mil reais)

"Mas ele fuma maconha dentro de campo?"
(João Saldanha, nem aí, quando alertado sobre o vício de um novo jogador contratado)

"Um pouco salgada!"
(Júnior, quando perguntado se a água do mar estava boa)

"Por que são sempre as mesmas perguntas?"
(Raí, quando indagado da razão dos jogadores darem sempre as mesmas respostas)

"Bem amigos da Rede Globo!"
(Roberto Alves escorrega no início de uma narração para a RCE)

"Eu acho que dentro das quatro linhas entendo um pouquinho ..."
(Renato Gaúcho, sempre humilde)

"Miguel, tu não entende de futebol e eu quero ver tu vir aqui falar comigo na minha frente!"
(Cuca, no ar, sem paciência com o Miguelito)

"O nível é baixo."
(Vicente de Paula, explicando a recusa a participar do programa 3o. tempo)

"Sportv, o canal campeão!"
(Slogan geralmente usado pelo narrador após uma cobrança de falta ridícula na série B)

"A bola veio cheia de guéri guéri, cheia de pó-de-rato!"
(Roberto Alves, na época que era narrador)

"Para ganhar você tem de marcar um gol a mais do que o adversário"
(Johan Cruyff)

Fonte: www.planeta-bola.com

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Frases e Pensamentos - Lovelace

“A verdadeira espiritualidade não é uma religiosidade super-humana; é, simplesmente, a verdadeira humanidade libertada do jugo do pecado e renovada pelo Espírito Santo”


Richard F. Lovelace
Teologia da Vida Cristã
As dinâmicas da renovação espiritual
Shedd Publicações, 2004

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

A vitória vem do Senhor

Por Eliete A. Santos

"Bendito seja o Senhor, minha Rocha, que adestra as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra" Salmo 144:1

Todos nós, cristãos, fomos chamados à batalha a partir do momento em que aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador. Neste momento travamos uma grande batalha contra nossa carne, satanás e o mundo. Lutamos para conseguir permanecer na presença de Deus e em Seus caminhos, lutamos por nossos objetivos pessoais, lutamos pelas almas. É uma batalha constante. E muitas vezes, quando vamos regozijar a Vitória, começamos a analisar a batalha e nos perguntamos: “Como consegui fazer isso?”, “De onde veio força para suportar essa dor?”, “Como isso aconteceu?”

Através dessa análise podemos ver como somos pequenos e incapazes. Então vem a certeza, de que o nosso Deus tem adestrado nossas mãos para a peleja e nossos dedos para a guerra.

Por maiores que sejam os recursos humanos, se não houver o mover de Deus não há vitória. O homem pode ser um destemido soldado, treinado nas artes da guerra, capacitado para a batalha, caso não esteja firmado em Deus, será derrotado.

O homem pode ter uma inteligência privilegiada, ser estrategista, mestre no conhecimento secular, reconhecido pela sociedade, se Deus não o orientar, seus projetos não prosperarão.

Pode, o homem, estar equipado com toda sorte de ferramentas, instrumentos projetados com alta tecnologia, um maquinário descomunal, se as engrenagens não forem movidas pelo Senhor, nada terá utilidade.

O ser humano é nada sem o Deus que o criou e o salvou.

Deus quis mostrar isso no capítulo 7 do Livro de Juízes, quando Gideão ia a batalha com 32.000 homens. Destes 32.000, apenas 300 homens restaram, aqueles que eram valentes e vigilantes. Através deles, Deus levou o povo de Israel à Vitória contra os midianitas, os amalequitas e os filhos do oriente, aproximadamente 135.000 homens, uma média 450 homens para cada israelita vencer.

Analisando a capacidade humana, isso seria impossível, mas Deus já havia estabelecido a Vitória para o povo de Israel. E assim foi.

Deus é quem nos dá a vitória e nos livra das mãos dos inimigos, conforme vemos em Salmos 144:10

"A Ele temos que dar toda a glória, todo louvor e toda a adoração, pois sem Ele, nada do que foi feito se fez"


Eliete Almeida dos Santos
Vice-líder do Ministério de Louvor
IDPB - São Paulo - Vila Continental

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terça-feira, 23 de março de 2010

“Ateismo é um problema moral”

Por Renato Cavallera


James S. Spiegel tem uma tese desconfortável para propor. Ele argumenta: “ceticismo religioso é, no fundo, um problema moral”.

Um professor de filosofia e religião da Universidade de Taylor em Upland, Indiana, EUA, James Spiegel, escreveu um livro de 130 páginas. The Making of an Atheist (O Making of de um Ateu) é uma resposta aos novos ateus. Mas ao contrário das inúmeras respostas que surgiram a partir de apologistas cristãos, o livro de Spiegel centra-se nas raízes psicológicas do ateísmo...

Enquanto os ateus insistem que a razão fundamental para rejeitar a Deus é o problema do mal ou a irrelevância científica do sobrenatural, o filósofo cristão diz que o argumento é “apenas um ardil” ou “uma cortina de fumaça conceitual para mascarar o verdadeiro problema – a rebelião pessoal”.

Ele admite que poderia parecer inadequado ou ofensivo sugerir que a falta de fé em Deus é uma forma de rebelião. Mas ele disse em uma entrevista recente ao Evangelical Philosophical Society que era obrigado a escrever o livro porque está convencido de que “é uma clara verdade bíblica”.

Seu objetivo ao escrever o livro não é nem para provocar as pessoas, nem mostrar que o teísmo é mais racional que o ateísmo. Ao contrário, seu objetivo é orientar as pessoas a “explicação real do ateísmo”.

“A rejeição de Deus é uma questão de vontade, não do intelecto”, afirma. “O ateísmo não é o resultado da avaliação objetiva da prova, mas de desobediência obstinada, mas isso não decorre da aplicação cuidadosa da razão, mas da rebelião intencional. Ateísmo é a supressão da verdade por maldade, a conseqüência cognitiva da imoralidade.

“Em suma, é o pecado que é a mãe da descrença”. Deus fez a sua simples existência, desde a criação – a partir da vastidão inimaginável do universo para o complexo universo das micro-células individuais, de acordo com Spiegel. A consciência humana, as verdades morais, as ocorrências milagrosas e o cumprimento das profecias bíblicas são também evidências de que Deus é real.

Mas os ateus, que rejeitam, ou como Spiegel diz, “fazem perder a importância divina de qualquer um destes aspectos da criação de Deus” menosprezam a própria razão.

Isto sugere que outros fatores dão origem à negação de Deus. Em outras palavras, algo que não seja a busca da verdade leva ao ateísmo. Spiegel diz que o problema do ateu é a rebelião contra a pura verdade de Deus, como claramente revelado na natureza. A rebelião é solicitada pela imoralidade e comportamento imoral ou cognição é pecado.

O autor explicou que “há um fenômeno que eu chamo de ‘paradigma induzindo à cegueira’, onde a visão falsa de uma pessoa impede de ver as verdades que de outra forma seriam óbvias. Além disso, a indulgência pecaminosa de uma pessoa é uma maneira de amortecer a sua natural consciência de Deus, ou, como John Calvin chama, o Divinitatis Sensus. E quanto mais esse sentido inato do divino é reprimido, mais resistente a pessoa fica em acreditar em Deus”.

Spiegel, que se converteu ao cristianismo em 1980, testemunhou o padrão entre vários de seus amigos. Seu trajeto do cristianismo ao ateísmo envolve: derrapagem moral (como a infidelidade, o ressentimento ou rancor), seguido pelo afastamento do contato com outros crentes, ocorrendo crescentes dúvidas sobre sua fé e contínua vida de pecado, culminando em um rejeição consciente de Deus.

Examinando a psicologia do ateísmo, Spiegel cita Paul C. Vitz, que revelou uma ligação entre o ateísmo e orfandade. “Os seres humanos foram feitos à imagem de Deus, e a relação pai-filho é um espelho mostrando os seres humanos como descendentes de Deus”, diz Spiegel.

“Nós, inconscientemente (e muitas vezes conscientemente, dependendo de uma visão de mundo), concebemos a Deus como o padrão do nosso pai terreno. No entanto, quando um pai terrestre é defeituoso, seja por morte, abandono ou maus-tratos, projetamos esse pai terreno em Deus”.

Alguns dos ateus cujos pais morreram incluem David Hume e Friedrich Nietzsche. Aqueles com pais abusivos ou fracos incluem Thomas Hobbes, Voltaire e Sigmund Freud. Entre os Novos Ateus, o pai de Daniel Dennett morreu quando tinha cinco anos e o pai de Christopher Hitchens “parece ter sido muito distante. Hitchens confessou que ele não se lembra de nada sobre ele”.

Quanto à Richard Dawkins e Sam Harris, há pouca informação disponível a respeito de seus relacionamentos com seus pais. “Parece que as conseqüências psicológicas de um pai com defeito deve ser combinada com a rebeldia – uma resposta persistente e imoral de alguma sorte, como o ressentimento, ódio, vaidade, falta de perdão, orgulho. E quando essa rebelião é bastante profunda e prolongada, o ateísmo dá resultados”, explica Spiegel.

Em essência, “ateus finalmente optam por não acreditar em Deus”, diz Spiegel. E “esta escolha não ocorre em um vácuo psicológico”.

“Ela é feita em resposta aos desafios à fé profunda, como os pais com defeito e talvez outros ensaios emocionais ou psicológicos”, afirma. “A escolha também não é feita em um vácuo moral. O impacto do pecado e suas conseqüências também serão significativos”.

“Estes efeitos morais e psicológicos acarretam em uma maior chance para negar a realidade do divino, sem qualquer sentido (ou muito) de incoerência em uma visão do mundo”.


Traduzido pelo Gospel+ do Christian Post
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br

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quarta-feira, 17 de março de 2010

O teste do tempo

Por Ana Maira Ribas

Há coisas que cansam e há outras que descansam. Entre as coisas que cansam a pior delas é uma situação que nunca desenrola. Um novelo que não tem ponta. Uma linha que não costura. Um interruptor que não acende. Um chuveiro que só pinga. Uma torneira que não sai água. Um relógio que não funciona. Um carro que não anda. Um avião que não voa. Um foguete que não vai à lua. Coisas que foram feitas para funcionar e não funcionam tomam espaço em nossa vida e nos causam um profundo cansaço. Mas há coisas que foram feitas para funcionar e funcionam. Até que um dia quebram. Explodem. Arrebentam. Estouram. Atingem o grau máximo da utilidade para a qual foram pensadas e atravessam a fronteira da inutilidade declarada: material de sucata. Finalmente acharam uma aplicação prática para a máxima de Lavoisier: “ na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.” Garrafa pet vira bolsinha. Latinha de refrigerante se transforma em bijouteria. Pneu velho se converte em sandália. Todas as coisas encontram o seu fim e o seu começo. E assim até quando não sei. Nem o homem escapa dessa obviedade histórica: nascer, crescer, reproduzir-se e morrer. Na escala da criação os seres vivos foram feitos para a reprodução e morte. Morrer é, pois, parte do processo natural da vida. Morrer é uma outra forma de viver.

Entre as coisas que descansam a melhor delas é a contemplação de que tudo no universo parece ter sido criado para um fim. E esse fim não é o fim do final, mas é o fim para o qual todas as coisas criadas por Deus existem e coexistem conjuntamente com um propósito imutável e eterno: A primavera que precede o verão, que anuncia o outono, que introduz o inverno. O nascer do sol e o por do sol. A terra com o seu giro redondo. A lua e todos os astros que iluminam o céu. A natureza que dorme e acorda. A chuva que embebe a terra. O vapor que se condensa. O rio que corre para o mar. O mar que lambe a terra. O vôo da andorinha no céu. O caminho da serpente na pedra. Os peixes que nadam no oceano. Os animais que vivem na floresta.

Pensando bem, tudo o que Deus criou é perfeito e tudo o que o homem elaborou -com o material criado por Deus - passa por um desgaste natural. Começa bonito e acaba feio. Começa funcionando e acaba quebrando. Foi assim desde a primeira invenção humana. Foi assim com a Torre de Babel. Foi assim com o World Trade Center. Eu não me iludo com nada deste mundo. Nem com toda a grandeza de Dubai. Posso ter sonhos de consumo, posso adquirir objetos de desejo, mas sei que todas as coisas, até as mais cobiçadas, passarão pelo teste do tempo e serão reprovadas. Para mim as coisas valem pelo que nos proporcionam e não pelo que representam. A representação das coisas tem um forte apelo consumista, mas não me seduzem mais porque sei que daqui a cinco anos elas terão o seu valor nominal reduzido a pó. Cinco anos é o tempo máximo para as coisas se tornarem obsoletas. Daqui a algum tempo, elas já nascerão obsoletas.

Nada resiste ao teste do tempo. Nem o amor. Nem a dor. Nem a tristeza. Nem a saudades. Nem a raiva. Nem o ódio. O tempo acalma, apazigua, abranda, adormece, e modifica todas as coisas. Até os sentimentos.



Ana Maria Ribas Bernardelli
Fonte: www.anamariaribas.com.br

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Você aprende

Por Willian Sakespeare

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se você ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre-se que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que a vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não deve se comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicado e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais sos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que com a mesma severidade com que se julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!



William Shakespeare

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domingo, 7 de fevereiro de 2010

É hora de acordar

Por Stanislau Bodowski


O tempo está passando...

Os dias restantes, se escoam, rapidamente.

No horizonte já se antevêem as densas nuvens do final, cada vez mais próximas, impotentes e ameaçadoras.

O planeta inteiro estremece e agoniza... O estado de alerta já começou...

E apesar de tudo, infelizmente, a humanidade parece não se aperceber do fim que se aproxima...

Imensas tempestades se formam por sobre os oceanos...

O mar, enfurecido, se agita totalmente desgovernado...

Ondas gigantescas varrem os continentes... Ceifando vidas... Destruindo cidades inteiras... Dizimando populações... Deixando a sua marca... Mostrando o seu poder.

A fúria dos ventos também se faz presente... Em forma de imensos tornados... furacões... Verdadeiros vértices da morte... cones da destruição.

Ante o seu uivo aterrorizante a terra treme de medo... de pavor...

Grandes terremotos sacodem o planeta que aos poucos sucumbe, se entrega... Não consegue mais resistir...

A ordem foi quebrada... O final está próximo... Não, não resta muito a fazer...

No plano espiritual o anjos se agitam, as trombetas já soam...

O final já começou...

Mas a humanidade insensível, indiferente, sem nada perceber... continua a caminhar...

Preocupada tão somente em como ganhar mais...

Como se sobressair e se impor ante a tudo e todos os demais,

Não percebe o pouco tempo que resta...

Não percebe que é hora de acordar de rever todos os valores...

De esquecer a sua mesquinhez...

De buscar a Deus

Que não tarda em chegar...

Quem tiver ouvidos... que ouça.


Stanislau Bodowski

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Frases e Pensamentos - Ruy Barbosa

“De tanto triunfar as nulidades e ver prosperar a desonra, crescer a injustiça, agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e ter vergonha de ser honesto”





Ruy Barbosa

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domingo, 6 de dezembro de 2009

Errei, também!

A Paz do Senhor, irmãos!

Quero pedir desculpas neste post por conta de uma matéria publicada no dia 27/10/2008 "Leis contrárias a Igreja de Deus". O leitor do site Gospel+, Mariel Marra, entrou em contato com a equipe do site para esclarecer algumas inverdades sobre esta matéria que de prontidão publicou a ERRATA. Fui alertado pelo irmão em Cristo, André M. dos Santos sobre o fato e, como não poderia deixar de ser, publico também o texto explicando a questão:


Projeto nº 4.720/03 – NÃO EXISTE

Projeto nº 3.331/04 – NÃO EXISTE

Projeto nº 299/99 – Na Câmara existe o Projeto de Lei 299/99, cuja ementa institui que as penas em regime aberto serão cumpridas em casa de albergado ou prisão domiciliar e dá outras providências. Ou seja, tal ementa não tem nada a ver com alterar o código brasileiro de telecomunicações. No senado existe o PLS (projeto de lei do senado) 00299 / 1999 de 04/05/1999, cuja ementa acrescenta alínea ao art. 38 da Lei nº 4.117, de 27 de agosto de 1962 (Código Brasileiro de Telecomunicações). Todavia esse PLS encontra-se ARQUIVADO desde 11/06/1999.

Projeto nº 6.398/05 – Projeto de Lei apresentado na Câmara pelo Deputado Severiano Alves (PDT-BA) em 14/12/2005 e RETIRADO pelo mesmo deputado em 20/5/2008, sendo então ARQUIVADO.

Projeto nº 1.154/03 – PL apresentado na câmara em 02/06/2003, pelo Deputado Elimar Máximo Damasceno – PRONA /SP, e ARQUIVADO pela mesa em 31/1/2007.

Projeto nº 4.270/04 – PL apresentado na câmara pelo deputado Elimar Máximo Damasceno – PRONA /SP em 08/05/2003 , e ARQUIVADO em 6/3/2008 pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, mediante o parecer do relator Dep. Vicente Arruda, que tomou essa decisão baseado na inconstitucionalidade, injuridicidade e má técnica legislativa dessa PL apresentada.

Projeto de nº 216/04 – O PLS 00216 / 2004 de 07/07/2004 (projeto lei do Senado) possui a seguinte ementa: Altera o art. 2º da Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, dando prioridade de tramitação às causas judiciais em que seja parte pessoa portadora de deficiência. Ou seja, não tem qualquer relação com inelegíbilidade da função religiosa em cargos governamentais. Logo esse projeto de lei NÃO SIGNIFICA que pastores ou líderes religiosos lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderão de forma alguma exercer trabalhos na igreja.

Coloquei também esta errata no texto do Pr. Carlos Santana que havia publicado e, assim, fica anulada qualquer informação.

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